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Dar sem esperar receber nada em troca é a única e verdadeira definição de generosidade


Generosidade: fazer pelo próximo, simplesmente, pelo bem que isso causa.

Vejo muitos se deslumbrando com dinheiro, status, títulos acadêmicos, com número de seguidores ou curtidas, mas se esquecem de valorizar o que é primordial ao homem: a gentileza, a humildade, a integridade e a generosidade.

De nada adianta ser rico, se o espírito for pobre. Dinheiro compra quase tudo. E entre este quase e o tudo existe um espaço onde mora a verdadeira felicidade, o amor, e o respeito.

Um homem generoso sempre prospera. Porque aquele que mata a sede dos outros, sempre terá alguém para matar a sua própria sede.

Um coração que distribui amor, sem moderação, bate mais forte e vive mais feliz. Um ato de gentileza pode tocar em feridas que apenas a compaixão pode curar.

E o mais importante é nunca se arrepender de ser ou ter sido uma pessoa boa. Independentemente de como os outros retribuirão. Porque o seu comportamento diz tudo sobre você. E o comportamento dos outros, bom, não cabe a nós julgar.

A gentileza e generosidade são gratuitas e não devem nunca ser jogadas na cara de quem as recebeu, porque a vida é um eco.

Recebemos o que damos. Os sentimentos que enviamos aos outros retornam em dobro para nós e vice-versa.
Se existe uma maneira de retribuirmos o bem que a vida (ou alguém) nos faz, é através da gratidão e da propagação de mais coisas boas.

Quando concentramos nosso foco no bem, o bem fica ainda melhor. Uma vela nada perde ao acender outra vela, muito pelo contrário, ela coopera para que a escuridão seja cada vez mais tomada pela luz. Quanto mais levantamos os outros, mais alto subimos.

Para resumir, não se trata do quanto damos ou fazemos pelos outros, mas, sim, do amor que colocamos em cada ato de gentileza e generosidade que nasce no coração e se transforma em realidade.

Generosidade: fazer pelo próximo, simplesmente, pelo bem que isso causa.

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“As pessoas boas merecem nosso amor, as más precisam dele.”

Wandy Luz

Madre Teresa já dizia que “as pessoas boas merecem nosso amor e as más, precisam dele”. Mas amar as pessoas amáveis é fácil. Retribuir a bondade é fácil.


Madre Teresa já dizia que “as pessoas boas merecem nosso amor e as más, precisam dele”.

Mas amar as pessoas amáveis é fácil. Retribuir a bondade é fácil.

Gentileza gera gentileza, não é isso que dizem?

É uma teoria linda, mas nem todos pagam para ver. Porque vivemos em um mundo de custo-benefício. Vivemos em um mundo onde é preciso sempre ganhar algo em troca.

Porque difícil mesmo é dar nosso melhor para quem achamos não merecer.

Mas nosso achismo é baseado em quê? Em nosso título de donos da verdade?

Quem somos nós, para decidir quem é bom, quem é ruim, quem merece ou não nosso melhor?

Todos pecamos, erramos e fazemos, em algum momento, coisas ruins, sejam elas em pequena ou grande escala.

Neste plano, somos todos iguais e a única coisa que pode nos diferenciar uns dos outros é nosso nível de evolução pessoal e espiritual.

E para evoluir é necessário, antes de qualquer coisa, nos encontrarmos, é necessário nos conhecermos, para, então, trabalharmos em nossos pontos fracos. E um grande passo nessa jornada pela evolução é a compaixão.

Na vida, a única moeda de troca deve ser o amor. Amor sem favor, amor sem esperar nada em troca. Amor ao próximo, amor-próprio. E a cada dia mais amor, simplesmente por amor!

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Crochê todo dia | Artesanato

A História do Crochê

A palavra Crochê vem de um termo existente no dialeto nórdico, que significa gancho, referindo-se a forma do bico da agulha de Crochê que puxa os pontos. Tem sua origem também na palavra francesa “croc”, que em francês tem o mesmo significado.

Segundo os historiadores, os trabalhos de crochê têm origem na pré-história. A arte do Crochê, como nos dias de hoje, foi desenvolvida no século 16. Um escritor dinamarquês, chamado Lis Paludan, tentou descobrir onde o Crochê se originou na Europa e fundamentou algumas teorias, sendo a mais provável a de que a técnica se originou na Arábia e chegou à Espanha pelas rotas comerciais do Mediterrâneo.

Posteriormente, essas técnicas se difundiram entre tribos da América do Sul, que usavam os adornos de crochê nos rituais de puberdade. Na China, bonecas eram feitas com a mesma técnica. Porém, não se tem evidências concretas sobre exatamente onde se originou esta arte.

1700: Outra teoria sugere que o Crochê se originou de uma técnica de costura chinesa, uma forma primitiva de bordado que foi difundida no Oriente Médio e chegou à Europa em torno de 1700.


1800: No entanto, o que se sabe é que o Crochê ganhou espaço a partir de 1800, quando a francesa Riego de La Branchardiere desenhou padrões que podiam ser facilmente copiados e publicou um livro para que outras pessoas pudessem reproduzir tais desenhos.

O Crochê é um trabalho que pode ser feito usando qualquer tipo de fio, basta ter a agulha ideal e muita criatividade.

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O crochê pode ser um grande aliado para o bem-estar …