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Perdoar também cansa…


Por
 Marcel Camargo

“Amar não é aceitar tudo. Aliás, onde tudo é aceito, desconfio que há falta de amor.” (Maiakóvski)

Uma das dúvidas que nos acompanham enquanto estamos compromissados com alguém diz respeito ao perdão – o que, como, quantas vezes perdoaremos? Vale a pena? Se fôssemos levar em consideração a célebre frase do livro “Love Story”, de Jennifer Echols – “Amar é jamais ter que pedir perdão” -, como parâmetro para termos certeza dos sentimentos do parceiro, nunca conseguiríamos amar alguém, tampouco sermos amados.

Ninguém é perfeito, todos erramos, machucamos e decepcionamos as pessoas que nos amam, e vice-versa. O perdão faz parte da dinâmica de fortalecimento dos relacionamentos amorosos, pois, na maioria das vezes, traz aprendizado e mudança positiva de atitudes. Porém, ter que perdoar todos os dias os erros que se repetem e avolumam acaba por extenuar nossas forças e nossa crença na verdade daquilo tudo.

Enquanto os parceiros se conhecem mais intimamente, no início da relação, vão se conectando mais fortemente, sentindo-se, descobrindo-se, tateando os terrenos em busca de tudo aquilo que no outro é encantador, onde se pode ou não avançar. Costumamos então atender às expectativas do amado, objetivando o mesmo em troca. Faz parte da conquista e do fortalecimento da união explorar o parceiro, sua personalidade, anseios e pontos de vista, para que o sentimento se fortaleça mais e mais.

Nessa fase em que ambos estão se conhecendo, inevitavelmente irão se decepcionar com mais frequência, pois é assim que nos impomos enquanto pessoas que pensam, agem e sentem diante das ações do parceiro. Com o passar do tempo, já sabemos bem como agradar ou desagradar nosso companheiro, ou seja, quanto mais conhecermos a pessoa que está ao nosso lado, menos teremos chances de errar em relação a ela. Infelizmente, para muitos, isso não acontece; os erros se repetem e/ou aumentam ao longo do tempo.

Nesses casos, teremos de encarar continuamente questionamentos sobre se vale ou não a pena perdoar tantas e tantas vezes. Muitos nos aconselharão a desistir e a partir para outra, outros pedirão que ouçamos o nosso coração e talvez haja até quem nos encoraje a tentar de novo. É muito difícil opinarmos sobre a vida dos outros, pois somente quem passa pelos acontecimentos e sofre de fato é que sabe o quanto dói, o quanto aquilo importa, o tanto de amor que ainda resta e merece ser cultivado.

Seguramente, o perdão deve sempre se acompanhar de ressalvas, não sendo concedido de forma incondicional, pois tudo o que é fácil demais não traz motivação para que reflitamos e mudemos para melhor, tampouco traz aprendizados. Da mesma forma, devemos perdoar enquanto ainda houver esperança lúcida e ponderada de que conseguiremos conviver com aquilo, sem nos atrapalhar emocionalmente. Somente perdoar enquanto ainda se carrega dentro do peito uma mágoa que teima em queimar não significa perdoar de fato, e isso certamente transbordará um dia ou outro, machucando de novo aos dois.

Ninguém fugirá às decepções com as atitudes alheias, tampouco estará livre de ter que optar entre o perdão e a renúncia a um amor por que não valha mais a pena lutar. Qualquer que seja a escolha, enfrentaremos dias de pesar e dor, pois decepcionar-se com quem amamos demais é muito difícil, sendo que muitas vezes tentamos buscar em nós mesmos a culpa pelas falhas do outro. É sempre bom analisarmos a forma como estamos vivendo e compartilhando nossas vidas, de maneira a tentarmos não nos esquecer de nosso bem estar nesse caminho, em favor da manutenção de algo que já pode ter acabado.

Trata-se daquela velha e famigerada história: ninguém perdoa ninguém sem que tenha perdoado a si próprio. Somente assim estaremos prontos para recomeçar, sem pendências, sem rancor, sozinhos ou com alguém que nos mereça de verdade. No mais, sigamos a sabedoria popular, que tão bem nos ensina a antes estarmos sós do que mal acompanhados.

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VIVER É UMA EXPERIÊNCIA PARA POUCOS

Autor: molnar09 | 

Há milhões de anos, os indivíduos mais dotados, mais perspicazes, mais fortes, mais hábeis e mais inventivos influenciaram e determinaram o destino dos diferentes grupos de seres humanos.

Os mais inteligentes tornaram-se líderes, empreendedores, inventores e descobridores que protagonizaram os pequenos avanços técnicos, sociais, políticos e culturais das sociedades primitivas.

Descendemos de espécies que certamente foram as mais vigorosas e que sobreviveram às múltiplas dificuldades de sobrevivência desde os tempos da pré-história. Desses seres mais capazes não restam nomes, apenas o determinismo biológico que durante milhões de anos nos aprisionou a uma vida dominada, sobretudo pela mente instintiva.

Duas inteligências foram fundamentais: a visual-espacial, que permitiu compreender territórios e traçar percursos e rotas, e a social, facilitadora de relações interpessoais, da partilha, da cooperação e da coesão dos grupos.

O crescimento do cérebro, acelerado por novas e necessárias aprendizagens e crescentes desafios ambientais e sociais, facilitou o desenvolvimento da criatividade e da capacidade inventiva, sobretudo a partir dos últimos 150 mil anos.

Desde então o volume do cérebro humano atingiu os valores que ainda se mantêm. O aumento da capacidade intelectual passou a depender dos esforços de adaptação ao meio e das inovações culturais e sociais.

O bipedismo, que permitiu a marcha e uma visão mais vasta do horizonte, e posteriormente a linguagem originaram transformações radicais nas sociedades primitivas. Isto originou saltos qualitativos na evolução. Vários autores destacam a linguagem como o fator determinante para a inteligência humana.

Há cerca de 5 ou 6 milhões de anos, a ligação entre casais garantiu o reforço a proteção, aumentou a cooperação na obtenção de alimento assegurando a sobrevivência da espécie através de uma maior proteção das crianças.

Outra mudança extraordinária e vital deu-se há cerca de 2 milhões de anos quando, gradualmente, o tamanho do cérebro começou a expandir-se e tornou possível aumentar a capacidade de memória e de aprendizagem.

A caça foi à grande impulsionadora da inteligência humana fazendo dos homens primitivos intérpretes de um grande número de estímulos sensoriais ambíguos e fracos que passaram a constituir sinais, indicações, mensagens, espevitando a inteligência, e fazendo-a lutar por aquilo que há de mais hábil e de mais manhoso na natureza, o animal presa e o animal predador, pois ambos dissimulam, esquivam e enganam.

O amplo leque de emoções de que o ser humano dispõe lhe permitiram desenvolver competências sociais, nomeadamente formas arcaicas de linguagem e, posteriormente, a fala, aumentando dessa forma a inteligência.

A capacidade cognitiva necessária para se viver em grandes grupos é considerável, pois estes são instáveis, exigentes, feitos de indivíduos heterogêneos e, por conseguinte, exigindo de cada um várias aptidões como a memória, a capacidade de interpretar, compreender e prever as reações dos outros, e a comunicação interpessoal.

Ao longo de muitos milhares de gerações o cérebro foi acumulando novas estruturas e desenvolvendo novas capacidades à medida que os humanos primitivos procuravam adaptar-se ao mundo hostil que os rodeava e para o qual tinham permanentemente de estar preparados para se defenderem.

A evolução da mente partiu dos centros operacionais arcaicos e apenas necessários à sobrevivência, até chegar lentamente às atuais estruturas cognitivas responsáveis pelo pensamento e a auto-consciência.

Apesar da evolução, aparentemente nada mudou. Para assegurar a continuidade de nossa espécie continuamos a desenvolver aptidões e a enfrentar as transformações do ambiente. Temos que ser fortes no campo emocional, rápidos no campo intelectual, maleáveis no social, protetores na familiar, criativos no empresarial, enfim…

O paradoxo é que apesar se sermos bilhões na nossa espécie, viver ainda é uma experiência para poucos.

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Concursos 2020: ‘Se tiver necessidade, a gente vai abrir concurso’, diz Bolsonaro

“Os concursos públicos, (vamos fazer) só os essenciais. Essa é que é a ideia”, disse Bolsonaro

Na última segunda-feira, 17 de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro revelou a possibilidade de abertura de novos concursos federais. No entanto, segundo ele, as autorizações serão apenas para provimentos ‘essenciais’, para não causar gastos desnecessários que poderiam inviabilizar o pagamento dos servidores atuais da administração pública federal.

“Os concursos públicos, (vamos fazer) só os essenciais. Essa é que é a ideia”, disse à imprensa, na saída do Palácio da Alvorada.

Ainda de acordo com o presidente, a equipe econômica deverá analisar os pedidos de novos concursos que, de fato, sejam necessários para o funcionamento da máquina pública. Segundo Bolsonaro, as autorizações não devem ser irresponsáveis.

“Tem concursos que foram feitos no passado que nós demos prosseguimento agora, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal. Se tiver necessidade, a gente vai abrir concurso. Mas não podemos ser irresponsáveis, abrir concursos que poderão ser desnecessários”, disse.

A princípio, a aprovação de novos concursos públicos federais acabou sendo moeda de troca do governo para aprovação da Reforma Administrativa na Câmara. A equipe econômica espera segurar os certames até a votação dos parlamentares.

A aposta é que o grande quantitativo de aposentadorias nos próximos anos faça com que o próprio funcionalismo aceita as mudanças, diante de um ‘estrangulamento natural’ dos serviços. Para que voltar a contar com novas vagas, os profissionais teriam que aceitar a proposta.

Agora, com a Reforma Administrativa, o governo quer propor alterações estruturais para os servidores públicos, no que tange à estabilidade, progressões, salários e carreiras.

De acordo com o Ministério da Economia, cerca de 22 mil aposentadorias estão previstas este ano no funcionalismo federal.

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Os outros 16 mil pedidos estão sendo esperados para 2021. Em 2022, estão esperados mais 20 mil. Sendo assim, a expectativa a totalizar a perda de quase 60 mil servidores em três anos.

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Concursos públicos federais após Reforma Administrativa, diz secretário

 de Emeda Constitucional (PEC) prevê novas regras para o funcionalismo, critérios para estabilidade e menores salários iniciais.

“Seria o ideal esperar, porque se começa a retomar os concursos públicos antes de fazer a Reforma Administrativa, o pessoal que vai ingressar pelas regras atuais”, revelou em entrevista ao jornal O Dia.

O Secretário reconheceu a necessidade de novos concursos públicos para reposição de servidores. No entanto, para ele, os salários de entrada no funcionalismo são elevadas e alguns profissionais chegam ao topo da carreira em pouco tempo.

“A pessoa chega muito rápido ao final da carreira, então perde um pouco de estímulo. A gente tem que melhorar esse mecanismo de estímulo do servidor público”, declarou. Para Mansueto, é necessário estabelecer incentivos para que o funcionário se mantenha motivado na carreira pública.

A ideia do governo é que os novos servidores tenham salário de entrada menor e com progressão de carreira gradual, no entanto, com maior incentivos. O secretário, por sua vez, defendeu o reajuste salarial para diversas carreiras.

“Claro que vai ter reajuste para várias carreiras daqui para frente. O que não dá é para ter reajustes contínuos e para todo mundo. Isso vai ter que ser muito mais organizado”, disse. Segundo ele, o governo concedeu aumento recentemente para as categorias do ‘topo’ do funcionalismo.

O secretário do Tesouro Nacional também reforçou a posição já defendida pelo presidente Jair Bolsonaro de que as medidas não serão válidas para os atuais servidores. As alterações propostas pela Reforma Administrativa só devem influenciar os futuros funcionários públicos.

https://youtu.be/zNvY3jsQI2k