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Perdoar também cansa…


Por
 Marcel Camargo

“Amar não é aceitar tudo. Aliás, onde tudo é aceito, desconfio que há falta de amor.” (Maiakóvski)

Uma das dúvidas que nos acompanham enquanto estamos compromissados com alguém diz respeito ao perdão – o que, como, quantas vezes perdoaremos? Vale a pena? Se fôssemos levar em consideração a célebre frase do livro “Love Story”, de Jennifer Echols – “Amar é jamais ter que pedir perdão” -, como parâmetro para termos certeza dos sentimentos do parceiro, nunca conseguiríamos amar alguém, tampouco sermos amados.

Ninguém é perfeito, todos erramos, machucamos e decepcionamos as pessoas que nos amam, e vice-versa. O perdão faz parte da dinâmica de fortalecimento dos relacionamentos amorosos, pois, na maioria das vezes, traz aprendizado e mudança positiva de atitudes. Porém, ter que perdoar todos os dias os erros que se repetem e avolumam acaba por extenuar nossas forças e nossa crença na verdade daquilo tudo.

Enquanto os parceiros se conhecem mais intimamente, no início da relação, vão se conectando mais fortemente, sentindo-se, descobrindo-se, tateando os terrenos em busca de tudo aquilo que no outro é encantador, onde se pode ou não avançar. Costumamos então atender às expectativas do amado, objetivando o mesmo em troca. Faz parte da conquista e do fortalecimento da união explorar o parceiro, sua personalidade, anseios e pontos de vista, para que o sentimento se fortaleça mais e mais.

Nessa fase em que ambos estão se conhecendo, inevitavelmente irão se decepcionar com mais frequência, pois é assim que nos impomos enquanto pessoas que pensam, agem e sentem diante das ações do parceiro. Com o passar do tempo, já sabemos bem como agradar ou desagradar nosso companheiro, ou seja, quanto mais conhecermos a pessoa que está ao nosso lado, menos teremos chances de errar em relação a ela. Infelizmente, para muitos, isso não acontece; os erros se repetem e/ou aumentam ao longo do tempo.

Nesses casos, teremos de encarar continuamente questionamentos sobre se vale ou não a pena perdoar tantas e tantas vezes. Muitos nos aconselharão a desistir e a partir para outra, outros pedirão que ouçamos o nosso coração e talvez haja até quem nos encoraje a tentar de novo. É muito difícil opinarmos sobre a vida dos outros, pois somente quem passa pelos acontecimentos e sofre de fato é que sabe o quanto dói, o quanto aquilo importa, o tanto de amor que ainda resta e merece ser cultivado.

Seguramente, o perdão deve sempre se acompanhar de ressalvas, não sendo concedido de forma incondicional, pois tudo o que é fácil demais não traz motivação para que reflitamos e mudemos para melhor, tampouco traz aprendizados. Da mesma forma, devemos perdoar enquanto ainda houver esperança lúcida e ponderada de que conseguiremos conviver com aquilo, sem nos atrapalhar emocionalmente. Somente perdoar enquanto ainda se carrega dentro do peito uma mágoa que teima em queimar não significa perdoar de fato, e isso certamente transbordará um dia ou outro, machucando de novo aos dois.

Ninguém fugirá às decepções com as atitudes alheias, tampouco estará livre de ter que optar entre o perdão e a renúncia a um amor por que não valha mais a pena lutar. Qualquer que seja a escolha, enfrentaremos dias de pesar e dor, pois decepcionar-se com quem amamos demais é muito difícil, sendo que muitas vezes tentamos buscar em nós mesmos a culpa pelas falhas do outro. É sempre bom analisarmos a forma como estamos vivendo e compartilhando nossas vidas, de maneira a tentarmos não nos esquecer de nosso bem estar nesse caminho, em favor da manutenção de algo que já pode ter acabado.

Trata-se daquela velha e famigerada história: ninguém perdoa ninguém sem que tenha perdoado a si próprio. Somente assim estaremos prontos para recomeçar, sem pendências, sem rancor, sozinhos ou com alguém que nos mereça de verdade. No mais, sigamos a sabedoria popular, que tão bem nos ensina a antes estarmos sós do que mal acompanhados.

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O homem que não acreditava no amor

Era uma vez um homem que não acreditava no amor. Ele era uma pessoa comum, como você e eu, mas seu modo de pensar tornava-o diferente. O homem achava que o amor não existia. Claro, ele teve muitas experiências, tentando encontrar o amor, observou bastante as pessoas que o cercavam. Passou a maior parte da vida procurando o amor, apenas para descobrir que era algo que não existia.

Aonde quer que esse homem fosse, dizia às pessoas que o amor não passava de uma invenção dos poetas,uma mentira que os religiosos contavam para manipular a mente fraca dos humanos, forçando-os a acreditar, para controlá-los. Dizia que o amor não é real, que nenhum ser humano poderia encontrá-lo, mesmo que passasse a vida procurando-o.

Esse homem era extremamente inteligente e muito convincente. Lia muitos livros, frequentara as melhores universidades, era um erudito respeitado. Podia falar em público, diante de qualquer tipo de plateia, sempre com lógica irrefutável. Dizia que o amor é uma espécie de droga, que provoca euforia e cria forte dependência. Que uma pessoa pode viciar-se em amor e começar a necessitar de doses diárias, como os dependentes de qualquer outra droga.

Costumava afirmar que o relacionamento dos amantes é igual ao relacionamento entre um viciado e a pessoa que lhe fornece a droga. O que tem mais necessidade de amor é o viciado, o que tem menos, é o fornecedor.

Aquele, entre os dois, que tem menos necessidade, é o que controla todo o relacionamento. Dizia que é possível ver isso com clareza porque, num relacionamento, quase sempre há um que ama sem reservas, e outro que não ama, que apenas tira vantagem daquele que lhe entrega seu coração. Que é possível ver, pelo modo como os dois se manipulam, como agem e reagem, que são iguais ao fornecedor de uma droga e o viciado.

O viciado, aquele que tem mais necessidade, vive com medo de não conseguir receber a próxima dose de amor, ou seja, da droga. E pensa: “O que vou fazer, se ele (ela) me deixar?” O medo torna o viciado extremamente possessivo. “Ele é meu!” O medo de não receber a próxima dose torna-o ciumento e exigente. O fornecedor pode controlar e manipular aquele que necessita da droga, dando-lhe mais doses, menos doses, ou nenhuma dose.

O que necessita da droga submete-se completamente e faz tudo o que pode para não ser abandonado.

O homem ainda dizia muito mais, quando explicava por que achava que o amor não existia. Declarava que aquilo que os humanos chamam de amor é apenas um relacionamento de medo baseado no controle. “Onde está o respeito? Onde está o amor que afirmam sentir? Não há amor. Dois jovens, diante de um representante de Deus, diante de suas famílias e de seus amigos, fazem uma porção de promessas um ao outro: que vão viver juntos para sempre, que vão amar-se e respeitar-se mutuamente, que estarão um ao lado do outro nos bons e nos maus momentos, que vão se amar e se honrar. Promessas e mais promessas. O mais espantoso é que eles realmente acreditam que vão cumpri-las. Mas, após o casamento — uma semana, um mês, alguns meses depois — fica claro que nenhuma das promessas foi cumprida.

O que se vê é uma guerra pelo comando, para ver quem manipula quem. Quem será o fornecedor, e quem será o viciado? Alguns meses depois, o respeito que prometeram ter um pelo outro desapareceu. Surgiu o ressentimento, o veneno emocional, e ambos ferem-se reciprocamente, pouco a pouco, cada vez mais, até que eles não sabem mais quando o amor acabou. Permanecem juntos porque têm medo de ficar sozinhos, medo da opinião e do julgamento dos outros, medo de sua própria opinião e de seu próprio julgamento. Mas, onde está o amor?”

O homem costumava dizer que via muitos velhos casais, unidos havia trinta, quarenta, cinquenta anos, que tinham orgulho de estar juntos durante tanto tempo. Mas, quando falavam a respeito de seu relacionamento, diziam: “Sobrevivemos ao matrimônio”. Isso significa que um deles submeteu-se ao outro. A certa altura, ela (ou ele) desistiu e decidiu suportar o sofrimento. O que teve vontade mais forte e menos necessidade, venceu a guerra.

Mas onde está aquela chama a que deram o nome de amor? Um trata o outro como se fosse propriedade sua. “Ela é minha”, “Ele é meu”.

O homem mostrava mais e mais razões que o haviam levado a acreditar que o amor não existe. Dizia: “Eu já passei por tudo isso. Nunca mais permitirei que outra pessoa manipule minha mente e controle minha vida em nome do amor”. Seus argumentos eram bastante lógicos, e com suas palavras ele convenceu muitas pessoas. “O amor não existe.”

Então, um dia, esse homem andava por um parque, quando viu uma linda mulher chorando, sentada num banco. Ficou curioso, querendo saber por que motivo ela chorava. Sentando-se a seu lado, perguntou-lhe por que ela estava chorando e se podia ajudá-la. Imaginem qual foi a surpresa dele, quando a mulher respondeu que chorava porque o amor não existia,

— Mas isso é espantoso! — o homem exclamou. — Uma mulher que não acredita no amor? E, claro, quis descobrir mais coisas a respeito dela.

— Por que acha que o amor não existe? — indagou.

— E uma longa história — ela respondeu. — Casei-me muito jovem, cheia de amor, cheia de ilusões, com a esperança de passar minha vida inteira com aquele homem. Juramos lealdade um ao outro, juramos que nos respeitaríamos, que honraríamos nossa união e que formaríamos uma família. Mas logo tudo mudou. Eu era uma esposa dedicada, que cuidava da casa e dos filhos. Meu marido continuou a progredir em sua carreira. Seu sucesso e a imagem que mostrava fora de casa eram, para ele, mais importantes do que a família. Perdemos o respeito um pelo outro. Nós nos feríamos mutuamente, e um dia descobri que não o amava e que ele também não me amava. Mas as crianças precisavam de um pai, e essa foi minha desculpa para ficar e fazer tudo o que pudesse para dar apoio a ele. Agora, meus filhos cresceram e saíram de casa. Não tenho mais nenhuma desculpa para ficar com ele. Não existe respeito nem gentileza em nosso relacionamento. Sei que, mesmo que eu encontre outra pessoa, vai ser tudo igual, porque o amor não existe. Não faz sentido, procurar por algo que não existe. É por isso que estou chorando.

Compreendendo-a muito bem, o homem abraçou-a e disse:

— Tem razão, o amor não existe. Procuramos por ele, abrimos o coração e nos tornamos fracos, para no fim encontrarmos apenas egoísmo. Isso nos fere, mesmo que achemos que não vamos ser feridos. Não importa o número de relacionamentos que possamos ter, a mesma coisa sempre acontece. Por que ainda continuamos a procurar o amor?

Os dois eram tão parecidos, que se tornaram grandes amigos. Tinham um relacionamento maravilhoso. Respeitavam-se, um nunca humilhava o outro. Ficavam mais felizes a cada passo que davam juntos. Entre eles não havia ciúme nem inveja, nenhum dos dois queria assumir o comando, nem era possessivo. O relacionamento continuou a crescer. Eles adoravam estar juntos, porque sempre divertiam-se muito. Quando estavam separados, um sentia a falta do outro.

Um dia, o homem encontrava-se fora da cidade, quando teve a mais esquisita das ideias.

“Hum, talvez o que eu sinta por ela seja amor. Mas isto é muito diferente de qualquer outra coisa que já senti. Não é o que os poetas dizem, assim como não é o que os religiosos pregam, porque não sou responsável por ela. Não tiro nada dela, não sinto necessidade de que ela cuide de mim, não preciso culpá-la por minhas dificuldades, nem contar-lhe meus dramas. O tempo que passamos juntos é maravilhoso, gostamos um do outro. Respeito o que ela pensa, o que sente. Ela não me envergonha, não me aborrece. Não sinto ciúme, quando ela está com outras pessoas, não tenho inveja, quando a vejo ter sucesso em alguma coisa. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que todo mundo pensa que é.”

O homem mal pôde esperar pelo momento de voltar para sua cidade e conversar com a mulher para expor-lhe a ideia esquisita que tivera. Assim que ele começou a falar, ela disse:

— Sei exatamente do que é que você está falando. Tive a mesma ideia, bastante tempo atrás, mas não quis lhe contar, porque sei que você não acredita no amor. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que pensamos que é.

Decidiram tornar-se amantes e morar juntos e, de maneira admirável, as coisas não mudaram. Os dois continuaram a respeitar-se, a dar apoio um ao outro, e o amor continuou a crescer. Até as coisas mais simples faziam seus corações cantar, cheios de amor, por causa da grande felicidade em que eles viviam.

O coração do homem estava tão repleto de amor que, uma noite, um grande milagre aconteceu. Ele olhava as estrelas e encontrou uma que era a mais bela de todas.

AMOR 1

Seu amor era tão imenso, que a estrela começou a descer do céu e logo estava aninhada nas mãos dele. Então, um outro milagre aconteceu, e a alma do homem uniu-se à estrela. Ele estava imensamente feliz e foi procurar a mulher o mais depressa possível para depositar a estrela nas mãos dela, provando seu amor. Assim que recebeu a estrela nas mãos, a mulher experimentou um momento de dúvida. Aquele amor era grande demais, avassalador.

Naquele instante, a estrela caiu das mãos dela e estilhaçou-se em um milhão de pedacinhos. Agora, um velho anda pelo mundo, jurando que o amor não existe. E uma velha bonita permanece em casa, esperando por ele, derramando lágrimas pelo paraíso que um dia teve nas mãos e perdeu por causa de um momento de dúvida.

Essa é a história do homem que não acreditava no amor. Quem foi que errou? Você gostaria de descobrir qual foi a falha? O erro foi do homem, que pensou que poderia passar sua felicidade para a mulher. A estrela era sua felicidade, e ele errou, quando a colocou nas mãos dela.

A felicidade nunca vem de fora de nós. O homem era feliz por causa do amor que saía dele, e a mulher era feliz por causa do amor que saía dela. Mas, no momento em que ele a tornou responsável por sua felicidade, ela deixou cair a estrela, quebrando-a, porque não podia responsabilizar-se pela felicidade dele.

Por mais que a mulher o amasse, jamais poderia fazê-lo feliz, porque nunca saberia o que se passava na mente dele. Nunca saberia quais eram as expectativas do homem, porque não poderia conhecer os sonhos dele.

Se você pegar sua felicidade e colocá-la nas mãos de outra pessoa, mais cedo ou mais tarde a verá estilhaçada. Se der sua felicidade a alguém, você a perderá. Então, se a felicidade só pode vir de dentro de nós, sendo resultado de nosso amor, nós somos os únicos responsáveis por ela. Nunca podemos tornar outra pessoa responsável por nossa felicidade, mas, quando os noivos vão à igreja para casar, a primeira coisa que fazem é trocar alianças.

Cada um está colocando sua estrela nas mãos do outro, esperando dar e receber felicidade. Por mais intenso que seja seu amor por alguém, você nunca será o que esse alguém quer que você seja. Esse é o erro que a maioria de nós comete, logo de início. Baseamos nossa felicidade em nossos parceiros, e não é assim que as coisas funcionam. Fazemos uma porção de promessas que não podemos cumprir, já nos preparando para o fracasso.

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Quando estamos em paz, até a solidão se torna companheira

Wandy Luz

Depois de tantos altos e baixos, finalmente entendi, que a vida nem sempre tem as cores e sabores que desejamos, e as coisas não acontecem como e quando queremos, mas se tivermos paz, a vida com certeza fica linda demais !

Paz no espírito, na mente, na alma, e no coração, é o que deixa nossa vida bonita.

Entender isso, é libertador, porque deixamos de nos preocupar e incomodar com coisas insignificantes. Afinal tudo o que custa nossa paz, torna-se caro demais, e não devemos nunca tentar pagar esse preço!

Demora mas a gente entende, que não vale a pena brigar, discordar, reclamar e ir contra tudo e todos. A revolta não resolve nada, mas intoxica o sopro de vida que preenche nosso corpo.

Demora mas a gente aprende a não se importar tanto com o que pensam e esperam de nos. Pela paz a gente passa a ignorar as inverdades que dizem a nosso respeito, porque sabemos que a boca só fala o que transborda no coração. Então para que discutir com quem vive carregando o peso de um coração cheio de ódio, rancor, inveja e frustração ? Demora mas a ficha cai, de que quando se vive em paz, consciente e munido de fé, o tempo é amigo e não inimigo. Ele não passa nem rápido ou devagar demais, ele simplesmente passa e deixa no caminho um rastro de destino que segue seu curso.

Se encha de Deus, se embeleze de amor, se alimente de gratidão, porque ela nutre, fortalece e nos leva de mãos dadas a prosperidade!

Quando estamos em paz, até a solidão se torna companheira, e de uma forma verdadeira a gente olha para si próprio, com honestidade. Gostamos do que vemos, aceitamos tudo o que somos, mesmo estando longe da perfeição, abraçamos as incertezas, e temos coragem para enfrentar o desconhecido. Demora mas a gente finalmente percebe que um dia bonito nem sempre é um dia de sol. Mas com certeza é um dia de paz.

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Às vezes, é preciso perder tudo o que sempre se desejou, para entender o que é a verdadeira liberdade.

“Pedras no caminho ? Não guardo nenhuma, mas escrevo sobre cada uma delas. Construo castelos de palavras, e te convido a entrar e fazer parte do meu conto de vida.” Wandy Luz é colunista, apresentadora e um ser humano em busca de evolução.
O tempo ensina e eu aprendi que, às vezes, é preciso conquistar e perder tudo que você sempre desejou, para entender o que é a verdadeira liberdade.


O tempo ensina e eu aprendi que, às vezes, é preciso conquistar e perder tudo que você sempre desejou, para entender o que é a verdadeira liberdade.

E foi perdendo tudo que eu me ganhei, que eu me encontrei e, finalmente, pude florescer.

Hoje não tenho vergonha de ser e viver com a alma livre. A essência é camaleoa, mas pura.

Medo? De quase nada. Na verdade, eu diria, que meu único medo é de me decepcionar.

Porque a minha felicidade importa e muito.

Eu, finalmente, entendi que, antes de pensar em fazer outra pessoa, eu devo ser a prioridade. E não se trata de egoísmo, mas sim de amor, muito amor-próprio. E se você não sabe do que estou falando, deveria experimentar amar-se mais.

Eu sonho muito, tão grande e tão alto quanto as ondas do oceano.

E se eu dissesse que não planejei que tudo fosse exatamente como é, eu estaria mentindo.

Porque eu nasci para viver essa vida exatamente como ela é. O desafio é fazer o melhor que eu puder, com o que eu tiver, não importa onde eu estiver.

Eu não pertenço a ninguém. Mas sei me doar o suficiente para quem faz meus esforços valerem a pena, para quem soma, acrescenta e me transborda.

Eu nunca tive muito, mas sempre quis tudo.

E apesar de todos os prós e contras, eu expiro gratidão por cada poro do meu corpo, porque tenho muitos defeitos para ser perfeita, mas sou muito abençoada para ser ingrata.

A vida passa e eu vivo com uma chama que queima forte no olhar, para cada experiência, para cada nova emoção, cada novo sentimento. Os meus dias e os meus momentos são crônicas de intensas emoções.

Liberdade para mim não é uma opção, é uma obsessão. Quem me conhece sabe, mas para aqueles que ainda perguntam quem eu sou, eu sorrio e respondo: “Uma loucura deslumbrante”!

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“Amor é de graça, se não for é favor”

Fabíola Simões 
É claro que acredito no valor da reciprocidade, de cuidar dos relacionamentos com interesse e atenção, de cultivar alegria e afeição no dia a dia, mas isso tem que ser espontâneo, voluntário, natural. Pois como diz o Coach Arly Cravo: “Amor é de graça, se não for é favor”.


Lendo o romance “Orgulho e Preconceito” de Jane Austen, logo no início uma das mocinhas dá um conselho à outra jovem, dizendo: “São poucos os que têm o coração bastante firme para amar sem receber alguma coisa em troca”. 

O livro foi escrito no século XVIII, e podemos concluir que desde aquele tempo (e talvez por todo o sempre), amar de forma desapegada é difícil, e algumas pessoas farão de tudo para manter aqueles que amam por perto, atadas a eles por um nó tão firme que acabará por sufocar o amor. Assim, aprender a amar de forma desapegada é uma maneira de amadurecer, de descobrir a própria individualidade, de rever as questões mais profundas do passado e dar novo significado ao medo do abandono e solidão.

É claro que acredito no valor da reciprocidade, de cuidar dos relacionamentos com interesse e atenção, de cultivar alegria e afeição no dia a dia, mas isso tem que ser espontâneo, voluntário, natural. Pois como diz o Coach de relacionamentos Arly Cravo: “Amor é de graça, se não for é favor”.

Amar alguém não pode ser uma relação de posse, de domínio e controle sobre o outro, de desejar que o outro corresponda às minhas expectativas, de cobrança por atenção e carinho. A convivência saudável só acontece entre duas pessoas que escolheram estar juntas por livre e espontânea vontade, e não entre uma que evita a relação a todo custo enquanto a outra busca e até exige um comprometimento que o (a) parceiro (a) não pode ou não quer ter.

Há muita confusão por aí. Cada pessoa entende o amor de uma forma diferente, pois essa concepção pessoal não se instalou no hoje, e sim naquelas memórias muito antigas que carregamos dentro da gente e que nem sempre temos consciência do quanto ainda nos afetam. Assim, o que entendo como amor não e o mesmo que você entende, e na hora de nos relacionarmos, posso estragar tudo cobrando algo de você que você não pode me dar. Algo que para mim é amor, mas que para você é algo completamente oposto.

Muitas vezes apontamos o dedo para o outro dizendo: “Ah mas se você me amasse de verdade você faria assim ou assado…” Porém, para o outro, essa pode não ser, nem de longe, uma manifestação de afeto. Portanto, nem sempre nos relacionamos com o outro, e sim com projeções de nós mesmos. E exigimos que o outro faça o que nós mesmos faríamos no lugar dele. Porém, não é assim que funciona. E, se queremos amadurecer realmente, vamos ter que entender que teremos que aprender a lidar e aceitar as diferenças, sem tentar mudar ninguém, sem tentar transformar ninguém em um reflexo de nós mesmos.

Desapego é quando consigo deixar o outro ser ele mesmo, ainda que isso me leve a sentir falta, sentir saudade, sentir vontade de estar junto mais vezes do que o outro sente. Ninguém tem necessidades iguais, e não posso exigir que alguém sinta a minha falta tanto quanto eu sinto a falta dela. O que posso fazer é tentar me desligar um pouco também, não através de joguinhos de poder, mas cuidando mais de mim, aproveitando a companhia de outras pessoas, me envolvendo com outros interesses.

É claro que existe uma linha tênue entre desapego e desinteresse. Desapego não é desamor, e sim uma maneira de viver respeitando a própria individualidade, o próprio tempo, as próprias necessidades, e não exigir que o outro viva de acordo com meu tempo e minhas regras. Já o desinteresse denota desamor. Pois no desinteresse a pessoa não se vincula, se desliga da vida do outro por completo, só aparece quando deseja se beneficiar de alguma maneira, não acrescenta nada de bom à vida da outra pessoa.

É preciso cuidar das relações com carinho. Porém, as pessoas têm concepções diferentes do que significa amar. Respeitar e aceitar a maneira do outro se doar pode ser a chave para uma convivência verdadeiramente amorosa, nunca nos esquecendo que: A melhor maneira de segurar alguém é soltar essa pessoa… 

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O nosso tempo é escasso e valioso para perdermos brigando com egos e mentes pequenas

Por
 Wandy Luz 


O nosso tempo é um produto escasso e valioso para desperdiçarmos brigando com egos e discutindo com mentes pequenas. Não aceitar na nossa vida pobreza de espírito é um favor que fazemos à nossa sanidade mental.

O mundo já é difícil como é e eu e, certamente, você, não precisamos de mais drama, banalidades e tudo aquilo que não nos acrescenta nada.

A maturidade faz com que nos importemos menos com o que, de fato, não é importante.

Eu ainda acredito que pessoas boas existem e as quero o mais perto possível, porque gente do bem me inspira, gente do bem me faz querer ser melhor, mais e mais.

Não posso, não quero e não vou ser coadjuvante no palco da vida, porque é nossa tarefa tomar as rédeas do nosso destino. Não podemos e não devemos ser vítimas da história.

Jamais se acomode, nem aceite o que não está bom, o que não é bom.

E que o bom senso prevaleça, que você passe pela vida de cabeça erguida, sem perder a pureza do seu coração, sem se igualar ao nível de quem não sabe amar, de quem não sabe viver.

Para os obstáculos, os dias difíceis, a resposta é resiliência e fé na energia vital do Universo.

Fuja de pessoas controladas pelo ego, fuja de rostinhos bonitos com almas vazias, fuja de gente que fala de gente, valorize a beleza que vem de dentro para fora, valorize quem o valoriza também.

Fale sobre ideias e gaste mais tempo se preocupando com a sua vida, com a sua evolução. Evite julgar, falar condenar ou se incomodar com a vida dos outros.

Já dizia o poeta:
“Tudo vale a pena se a alma não é pequena.”

Então, não tenha alma pequena, pense grande, faça coisas grandiosas e ocupe-se com o que fará uma diferença significativa na sua vida, sem perder a oportunidade de ser luz na vida de todos que o cercam. Viva com respeito, compaixão e empatia, porque uma existência baseada no egoísmo, é triste, vazia e medíocre.

O resto será sempre o resto e nós nunca precisamos de restos para ser feliz, certo?

Para resumir, o que eu quero dizer é: cuide, respeite e seja fiel à sua essência. Em tempos de superficialidade aguda, sábios são aqueles que já perceberam que é na simplicidade, na humildade e nos pequenos detalhes, que mora a verdadeira felicidade.

O que sobra é só ilusão, e quem se ilude normalmente se machuca. A escolha é e sempre será só sua. Então, escolha com sabedoria!

Paz, luz, amor e muita gratidão na vida de todos vocês!



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Por que a família é importante?

por journey
Saiba por que a família é tão importante para o desenvolvimento e a formação das crianças e adolescentes. Confira o artigo!

Que a família é a base da sociedade, nós já sabemos. Que ela é alicerce e primeira escola na vida de qualquer ser humano, também. Mas por que a família é tão importante para o desenvolvimento e a formação de crianças e adolescentes?

Preocupar-se com os filhos é algo natural no seio familiar. Pais sonham com as conquistas que eles terão quando adultos, almejam um futuro brilhante e desejam as mais belas vitórias para suas crianças. Criam uma rotina tão ou mais agitada quanto a de grandes executivos, com aulas de idiomas, esportes, artes e outras, para que estejam preparados no futuro para o mercado de trabalho.

Mas será só esse o papel da família? Certamente, não. Ela é a principal responsável pela educação de suas crianças; é o porto seguro que, de forma consciente e inconsciente, transmite valores e crenças que, ao longo do tempo, são absorvidos de acordo com os exemplos de atitudes e comportamentos dos adultos ao seu redor.

Acompanhe a leitura e saiba por que a família exerce papel tão importante na criação dos filhos e quais são os pontos essenciais para promover seu desenvolvimento.

Habilidades essenciais para o futuro

Quais habilidades socioemocionais precisam ser desenvolvidas desde cedo? São as habilidades mais complexas da inteligência, tais como: pensar antes de agir e reagir, colocar-se no lugar do outro (empatia), ser capaz de superar perdas e frustrações e interpretar comportamentos e sentimentos (os próprios e os dos outros).

É muito importante também promover: autoconfiança, autoestima, autocrítica, postura empreendedora, entre outras. Todas essas funções e habilidades são capazes de levar as crianças a desenvolverem relações intra e interpessoais saudáveis, embasadas na ética e na honestidade — sem esperar demais a contrapartida.

Dessa forma, a criança cresce sabendo respeitar as diferentes perspectivas, debater e não impor ideias, resolver conflitos, trabalhar em equipe e tantos outros ensinamentos que contribuirão para que sejam líderes de si mesmas. A seguir, veja alguns dos pontos de atuação mais importantes.

Desenvolvimento cognitivo

É dentro do ambiente familiar que as crianças começam a desenvolver suas habilidades. Por isso, é imprescindível que sejam estimuladas, logo nos primeiros passos, a fortalecer também as funções mais nobres de sua inteligência.

Aspectos como linguagem, raciocínio, capacidade de abstração e de resolução de problemas são fomentados no ambiente familiar. É sabido que, desde o nascimento, o bebê começa a aprender e que essa prática só termina ao fim da vida. O ser humano é curioso, investigativo e apto a absorver informações, mas os primeiros anos de vida são essenciais para impulsionar o desenvolvimento da inteligência.

Inteligência emocional

O melhor caminho para formarmos filhos mais inteligentes emocionalmente é ensiná-los a educar suas emoções quando ainda pequenos, mas nunca é tarde para essa iniciativa. Da mesma forma que nos preocupamos com o bem-estar físico de nossas crianças, é preciso pensar em seu bem-estar emocional, na forma como elas protegem suas emoções e em como se relacionam com o mundo ao seu redor.

É fundamental que as famílias invistam na saúde emocional de seus filhos, contribuindo para a prevenção de depressão, estresse, ansiedade, fobias, agressividade, entre outros transtornos psicológicos.Powered by Rock Convert

Para isso, é importante compreender que as crianças precisam vivenciar a sua infância. Elas têm necessidade de inventar, correr riscos, frustrar-se, ter tempo para brincar e se encantar com a vida. O envolvimento da família no desenvolvimento dos filhos é essencial, pois ela é parte insubstituível na vida de qualquer indivíduo. Isso significa poder dedicar mais tempo às nossas crianças: brincar mais com elas, levá-las para um passeio, sair da rotina de modo simples, mas significativo, com o objetivo de demonstrar amor e carinho. Ou seja, a família precisa estar atenta e disponível para favorecer o desenvolvimento físico, intelectual e emocional de seus filhos.

Sociabilização

É comum que a família busque proteger seus filhos de todos e quaisquer riscos; tentem poupar suas crianças de todas as frustrações e as presenteiem em excesso como forma de recompensar momentos de ausência, por exemplo. Sem perceber, os adultos muitas vezes criam um mundo artificial para seus filhos, sem se dar conta de que dessa forma estão impedindo que eles aprendam, verdadeiramente, como é o mundo real.

As famílias têm intenções excelentes para com seus filhos, mas não enxergam que não é preciso idealizar as situações para conseguir educá-los. O processo inclui a educação das emoções a fim de atender a única necessidade realmente importante: formar futuros adultos conscientes, felizes e capazes de conquistar o próprio sucesso.

Desempenho escolar

A família que participa ativamente do processo de aprendizagem das crianças, desde a Educação Infantil, está colaborando para o crescimento e o desenvolvimento escolar, ângulo de fundamental importância na sua formação.

A parceria entre família e educadores resulta em um melhor aproveitamento e desenvolvimento do intelecto infantil. Ao agir de forma contrária — ignorar ou negligenciar a participação na aprendizagem da criança —, a família causa transtornos equivalentes ao abandono moral.

Escolha da carreira

Um importante viés no qual a família exerce muita influência é na escolha da profissão. O momento de escolher o curso superior é decisivo para o sucesso do indivíduo, tanto na sua busca pessoal por felicidade e realização quanto pelo desejo que o jovem tem de contribuir para a melhoria do mundo e da vida em sociedade.

O jovem vê-se, muitas vezes, perdido entre o desejo dos pais de que ele siga a mesma carreira de alguém da família ou a expectativa da sociedade em valorizar determinadas profissões em detrimento de outras.

Por isso, educar os filhos para exercerem determinadas profissões pode ser bastante frustrante para a família ou para o próprio jovem. Isso porque a escolha, embora possa ser orientada por familiares e até amigos ou profissionais, é absolutamente pessoal. Ser filho de advogado, por exemplo, não é condição que obrigue a cursar Direito.

O jovem necessita contar com o apoio da família nesse momento tão decisivo em sua vida. Sem esse apoio, a escolha torna-se um momento de sofrimento e exaustão emocional.

A família é o ambiente em que a criança conhece regras de convivência e se prepara emocionalmente para as adversidades do mundo exterior. Nesse longo processo de aprendizado, há todo um esforço em cuidar, amparar, acolher os filhos para que se sintam seguros quando chegar a hora de deixar o “ninho”.

Resta, portanto, enfatizar que o tempo e o espaço dedicados à criação e à formação das crianças pela família exigem atenção, cuidado e dedicação. Crescendo em um ambiente sadio e estimulante, habilidades essenciais para a autonomia, felicidade e sucesso são desenvolvidas na criança.

Concurso público é um processo que permite o acesso ao emprego ou carga [ 1 ] [ 2 ] de modo amplo e democrático . E Um Procedimento impessoal Onde E assegurada Igualdade de Oportunidades a todos INTERESSADOS em concorrer para Exercer como atribuições oferecidas Pelo Estado , a quem de incumbirá identificar e selecionar Os Mais adequados Mediante criterios Objetivos .

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VIVER É UMA EXPERIÊNCIA PARA POUCOS

Autor: molnar09 | 

Há milhões de anos, os indivíduos mais dotados, mais perspicazes, mais fortes, mais hábeis e mais inventivos influenciaram e determinaram o destino dos diferentes grupos de seres humanos.

Os mais inteligentes tornaram-se líderes, empreendedores, inventores e descobridores que protagonizaram os pequenos avanços técnicos, sociais, políticos e culturais das sociedades primitivas.

Descendemos de espécies que certamente foram as mais vigorosas e que sobreviveram às múltiplas dificuldades de sobrevivência desde os tempos da pré-história. Desses seres mais capazes não restam nomes, apenas o determinismo biológico que durante milhões de anos nos aprisionou a uma vida dominada, sobretudo pela mente instintiva.

Duas inteligências foram fundamentais: a visual-espacial, que permitiu compreender territórios e traçar percursos e rotas, e a social, facilitadora de relações interpessoais, da partilha, da cooperação e da coesão dos grupos.

O crescimento do cérebro, acelerado por novas e necessárias aprendizagens e crescentes desafios ambientais e sociais, facilitou o desenvolvimento da criatividade e da capacidade inventiva, sobretudo a partir dos últimos 150 mil anos.

Desde então o volume do cérebro humano atingiu os valores que ainda se mantêm. O aumento da capacidade intelectual passou a depender dos esforços de adaptação ao meio e das inovações culturais e sociais.

O bipedismo, que permitiu a marcha e uma visão mais vasta do horizonte, e posteriormente a linguagem originaram transformações radicais nas sociedades primitivas. Isto originou saltos qualitativos na evolução. Vários autores destacam a linguagem como o fator determinante para a inteligência humana.

Há cerca de 5 ou 6 milhões de anos, a ligação entre casais garantiu o reforço a proteção, aumentou a cooperação na obtenção de alimento assegurando a sobrevivência da espécie através de uma maior proteção das crianças.

Outra mudança extraordinária e vital deu-se há cerca de 2 milhões de anos quando, gradualmente, o tamanho do cérebro começou a expandir-se e tornou possível aumentar a capacidade de memória e de aprendizagem.

A caça foi à grande impulsionadora da inteligência humana fazendo dos homens primitivos intérpretes de um grande número de estímulos sensoriais ambíguos e fracos que passaram a constituir sinais, indicações, mensagens, espevitando a inteligência, e fazendo-a lutar por aquilo que há de mais hábil e de mais manhoso na natureza, o animal presa e o animal predador, pois ambos dissimulam, esquivam e enganam.

O amplo leque de emoções de que o ser humano dispõe lhe permitiram desenvolver competências sociais, nomeadamente formas arcaicas de linguagem e, posteriormente, a fala, aumentando dessa forma a inteligência.

A capacidade cognitiva necessária para se viver em grandes grupos é considerável, pois estes são instáveis, exigentes, feitos de indivíduos heterogêneos e, por conseguinte, exigindo de cada um várias aptidões como a memória, a capacidade de interpretar, compreender e prever as reações dos outros, e a comunicação interpessoal.

Ao longo de muitos milhares de gerações o cérebro foi acumulando novas estruturas e desenvolvendo novas capacidades à medida que os humanos primitivos procuravam adaptar-se ao mundo hostil que os rodeava e para o qual tinham permanentemente de estar preparados para se defenderem.

A evolução da mente partiu dos centros operacionais arcaicos e apenas necessários à sobrevivência, até chegar lentamente às atuais estruturas cognitivas responsáveis pelo pensamento e a auto-consciência.

Apesar da evolução, aparentemente nada mudou. Para assegurar a continuidade de nossa espécie continuamos a desenvolver aptidões e a enfrentar as transformações do ambiente. Temos que ser fortes no campo emocional, rápidos no campo intelectual, maleáveis no social, protetores na familiar, criativos no empresarial, enfim…

O paradoxo é que apesar se sermos bilhões na nossa espécie, viver ainda é uma experiência para poucos.

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Crise na Comunicação

Por Ana Marina Martins de Lima/ Ambiente do Meio

Primavera. Foto: Ana Marina Martins de Lima

Vivemos em tempos difíceis para comunicação entre as pessoas apesar de várias ferramentas criadas pelo homem a partir de conhecimentos de informática junto as variáveis da tecnologia e dos equipamentos fabricados e consumidos vorazmente pela sociedade o homem do dia atual não se comunica com o seu semelhante.

Esquecemos aos poucos como falar com o outro, hoje em todos os lugares seja na sala de estar de sua casa; num bar ou mesmo no transporte público não ouvimos o outro porque estamos preocupados e inseridos em um meio de comunicação doentio que não nos permite nos comunicar. Nós falamos e falamos e sempre temos a razão.

É incrível caminhar em uma cidade como São Paulo, na Avenida Paulista onde diariamente os bares estão lotados e as calçadas com cadeiras onde  as pessoas com a comida no prato e a bebida ao seu lado, o amigo que veio de outra cidade ou país a sua frente, mas elas mantém olhar fixo na tela de seu celular.

Em outras ocasiões alguém passa mal dentro de um transporte público como o metro, pede socorro e ninguém escuta ou mesmo vê, pois os ouvidos estão emergidos na música que sai da tal caixinha chamada celular ou mesmo de fones modernos ou simplesmente olhando para tela do celular, são 5 da manhã mas é necessário passar uma mensagem para um amigo ou grupo a única emergência é falar.

Infelizmente nossas palavras tornaram-se vazias e isto independe do nosso maravilhoso conhecimento técnico ou se somos pessoas simples que não tem conhecimento técnico no sentido de formação acadêmica na medida em que deixamos de escutar o outro para somente escutar o nosso ego.

Estamos na era da Inteligência Artificial que para muitos é um desafio, mas ela não existe se nós simples humanos não estivermos no comando; contudo o maior desafio para a sociedade hoje é escutar o outro.

Abaixo o texto maravilhoso de autoria de Rubens Alves para nossa reflexão:

Escutatória

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular. Escutar é complicado e sutil… Diz Alberto Caeiro que “não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma”. Filosofia é um monte de ideias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas… Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia. Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito; é preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade: a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos… Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64. Contou-me de sua experiência com os índios… Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, abrindo vazios de silêncio, [expulsando todas as ideias estranhas.). Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que ele julgava essenciais. São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se eu falar logo a seguir, são duas as possibilidades. Primeira: “Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado”. Segunda: “Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou”. Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer:

“Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou”. E assim vai à reunião. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir. Fernando Pessoa conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras. A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar – quem faz mergulho sabe – a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia, que de tão linda nos faz chorar. Para mim, Deus é isto: a beleza que se ouve no silêncio.  Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também.

Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.

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Um General na Amazônia

Por: Heródoto Barbeiro


Amazônia. Foto Paulo Santos/Agência Brasil

O general aceita a missão que lhe é confiada pelo presidente da república. Boa parte da chamada Amazônia Legal é desconhecida e precisa de um trabalho constante de avaliação se realmente possui tantas riquezas no sub solo como debatem os deputados e senadores na capital do país. As notícias são as mais desencontradas possíveis, uns dizem que há gigantescos depósitos de gás, outros de petróleo, há quem afirme que há um bom volume de riquezas. Contudo são os minérios como ouro e nióbio que são objetos de maior especulação. Ninguém sabe com certeza se existem ou não em quantidade comercial e se podem ser alvos de instalação de empresas rentáveis na área. Por isso chefiar uma missão de exploração dessa imensa área é um trabalho insano, uma vez que nem bem os rios são todos conhecidos, catalogados e percorridos. É necessário o apoio do exército com tropas e infraestrutura.

Há um temor que potencias estrangeiras tenham interesse na exploração das riquezas do interior do Brasil. Com o término da guerra mundial, os Estados Unidos se tornaram uma grande potência bélica e industrial. Precisa de matérias primas estratégicas e muitas delas podem estar no sul do continente. Até presidente americano andou pelas florestas brasileiras e recebeu como homenagem o nome de um rio. Nada melhor do que um líder militar para desbravar a região e estabelecer uma relação estável com as comunidades indígenas espalhadas por essa imensa área. Há os que anseiam por uma integração total dessas comunidades com os brancos através da cultura, educação, saúde, economia, adoção das novas tecnologias da época, enfim uma integração total com a realidade brasileira. Outros são refratários a essa ação e defendem a manutenção dos povos tradicionais em seu próprio mundo e que decidam se querem ou não ter na porta da aldeia uma draga de mineração de ouro, monocultura de eucalipto, ou uma usina de refino de petróleo e gás.

O general vive mais na região amazônica do que em sua casa no centro sul do país. Sua experiência de contato e tratamento com as tribos indígenas é constante e conhece a língua de boa parte delas. Passou por um período de real perigo quando foi atingido por uma flecha envenenada que parou em uma sacola de couro que levava no peito. Ainda assim não reagiu com a tropa que tinha a seu comando. Há quem diga que preferia morrer a matar um índio. O fato é que o general é um homem de confiança do presidente da república e quando poderia descansar depois de tantos anos no exército, aceita mais uma missão.  Diante do pedido do presidente Epitácio Pessoa, que chegou da conferência da Versalhes, que colocou fim a primeira guerra mundial, o general Cândido Rondon, mais uma vez se pôs a caminho da Amazônia legal e da aproximação com os indígenas. Foi um dos responsáveis pelo Parque Nacional do Xingu junto com os irmãos Villas Boas.

Cresce o empreendedorismo feminino no Brasil

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5 técnicas de meditação e relaxamento para combater o estresse

por Priscila Stuani em 17/08/2018

Dizer que você evitará o estresse é como dizer que não vai comer doces pelo resto da vida. Muito provavelmente isso não vai acontecer.

Parece uma batalha perdida tanto para os chocólatras quanto para os super estressados. Mesmo que o estresse seja algo que todos nós enfrentamos ocasionalmente, e muitas vezes quando não esperamos, temos a sorte de ter algumas ferramentas à disposição para ajudar a combater esse sentimento de desamparo.

A meditação ajuda muito na luta diária, e embora eu sugira que isso seja uma prática regular, nem todos nós estamos na vibe de praticar. Mas existem outras técnicas  que podemos utilizar para combater o sentimento avassalador que muitas vezes podemos ter quando o estresse está levando o melhor de nós.

Tenha em mente que todos os itens a seguir podem ser feitos onde você estiver e que vai te ajudar a entrar em um estado mais relaxado. Não faz mal experimentá-los – e eles  podem ser um fator de mudança no seu dia.

Estas técnicas abaixo irão ajudá-lo a alcançar o relaxamento, não importa onde você estiver quando o estresse atinge com força.

1. A regra dos 16 segundos

Davidji, um conhecido especialista em meditação, fez algo importante de forma muito simples: leva 16 segundos, sempre que você precisar  se redefinir.

Se você precisa de um momento para se acalmar, para diminuir a raiva, ou entrar no momento presente, seguir esse processo simples causa uma pequena “interrupção do padrão”.

Mas o que é uma interrupção de padrão? Pense nisso como um botão de reset ou diga não quando você costuma dizer sim. Qualquer coisa que faça com que você saia do padrão em que você está e volte a focar.

Simplesmente respire por uma contagem de quatro, segure por uma contagem de quatro, solte por uma contagem de quatro e pare por uma contagem de quatro. Quatro pequenas etapas em quatro segundos cada e você terá uma redefinição de 16 segundos. Use-o sempre que precisar de um momento ou se sentir sobrecarregado.

2. O truque do dedo polegar e dedo médio

Esse truque também pode ser feito sempre que você quiser; no metrô, na sua mesa ou até na fila do almoço. Se sua mente está tirando o melhor de você, simplesmente coloque o polegar na lateral do dedo médio (mais próxima da base do dedo) e feche os olhos. Em seguida, inspire e expire lentamente algumas vezes enquanto pressiona levemente o dedo médio com o polegar.

Você deve sentir uma leve sensação de tontura o ao seguir esses passos simples. Depois de abrir os olhos, você sente uma sensação renovada de calma.

3. Respiração profunda

Este é mais um exercício simples que pode ser feito no local, sempre que você se sentir sobrecarregado com o que a vida está jogando em você.

Seus olhos podem ser abertos ou fechados, mas a ideia é inspirar o mais profundamente possível. No início, você provavelmente sentirá seu peito se expandindo e se abrindo ao inspirar profundamente. Mas se você continuar inalando após esse ponto, faça com que sua missão lentamente expanda seu estômago com a última parte daquela inspiração.

Você pode parecer temporariamente que acabou de comer o maior hambuger do mundo, mas durará apenas um segundo. Se você puder fazer isso por cinco ou dez respirações, ficará surpreso em saber como é relaxante. A maioria das pessoas, infelizmente, não respira profundamente o suficiente diariamente. É hora de mudar isso.

4. Seja grato

Este é um clássico e por um bom motivo.

Você precisa cultivar uma atitude de gratidão, e a melhor maneira de fazer isso é observar constantemente o que você é grato em sua vida. Para fazer isso, você tem que pensar ativamente sobre as coisas que o suportam.

Pode ser qualquer coisa, desde física a mental, até intangíveis, como relacionamentos, família, o trabalho que você faz ou, na verdade, quase tudo.

Não consegue encontrar três coisas? Você não está olhando o suficiente. Eu garanto a você que eles estão lá e em muito mais do que três. A razão pela qual não tomamos nota do que temos é porque estamos muito ocupados comparando nossas vidas e posses com todos os demais, literalmente não há tempo para “estocar suas próprias prateleiras”. As mídias sociais, meus amigos apimentados, podem ser o diabo.

Observe atentamente.

5. Visualização

Nossos cérebros são super poderosos. De fato, os cientistas ainda estão tentando ativamente entender nossos cérebros; há muito que nem sabemos.

Eles são tão poderosos que, em última análise, podemos criar situações e fazer com que nossos corpos respondam de acordo, sem que a situação realmente ocorra. Confuso? Veja um ótimo exemplo: imagine que você tenha que fazer um discurso público. Visualize. Imagine. Antes mesmo de chegar lá para fazer o discurso, você já sabe o que acontece. Suas palmas ficam suadas, seu ritmo cardíaco aumenta, você se sente fraco e enjoado.

Mas espere, você ainda não deu o discurso ainda. Seu cérebro conseguiu enganar seu corpo e pensar que você está a segundos de ficar na frente da multidão e vomitar seu monólogo.

Nós podemos ver o quão poderoso ele realmente é. Agora é hora de usar o poder do cérebro para sua vantagem, mas desta vez em um bom caminho.

Feche os olhos e coloque-se em uma situação que você acha pacífica. Está sentado em uma varanda à beira do lago? Está sentado na praia, com vista para o oceano? É no topo de uma montanha imersão na vista incrível do vale?

Seja o que for, realmente se coloque lá. Sinta a brisa. Cheire o ar, seja tingido com o mar salgado ou pinheiros da floresta. Ouça os sons. Veja as vistas. Entre nisso. Você pode voltar à realidade em alguns minutos, mas, enquanto isso, você está lá, onde quer que você escolha.

Depois de voltar ao momento presente atual, você se sentirá mais relaxado.

Vá em frente e fique calmo
A má notícia é que o estresse é real e é quase impossível escapar da sua vida. Tentar seria infrutífero; a vida é sobre navegar nesses momentos quando eles surgem.

A boa notícia é que há uma infinidade de ferramentas à sua disposição para ajudá-lo nos momentos em que você está se sentindo sobrecarregado. Você só precisa estar ciente deles e perceber que eles não são difíceis de implementar.

Então, da próxima vez que você sentir que o estresse tirou o melhor de você, tente usar algumas das técnicas acima. Seja um, dois ou todos os cinco, você se sentirá mais relaxado e calmo à medida que o dia passa. Além disso, saber que você tem o poder de redefinir o seu dia a qualquer momento deve dar a você a confiança de que o estresse, apesar de áspero, é apenas temporário. ARTIGO ANTERIOR

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A importância dos ciclos de sono na produtividade

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APOSTILAS OPÇÃO
Concurso ainda é a melhor forma de se dar um up na sua carreira profissional.

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Concursos 2020: ‘Se tiver necessidade, a gente vai abrir concurso’, diz Bolsonaro

“Os concursos públicos, (vamos fazer) só os essenciais. Essa é que é a ideia”, disse Bolsonaro

Na última segunda-feira, 17 de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro revelou a possibilidade de abertura de novos concursos federais. No entanto, segundo ele, as autorizações serão apenas para provimentos ‘essenciais’, para não causar gastos desnecessários que poderiam inviabilizar o pagamento dos servidores atuais da administração pública federal.

“Os concursos públicos, (vamos fazer) só os essenciais. Essa é que é a ideia”, disse à imprensa, na saída do Palácio da Alvorada.

Ainda de acordo com o presidente, a equipe econômica deverá analisar os pedidos de novos concursos que, de fato, sejam necessários para o funcionamento da máquina pública. Segundo Bolsonaro, as autorizações não devem ser irresponsáveis.

“Tem concursos que foram feitos no passado que nós demos prosseguimento agora, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal. Se tiver necessidade, a gente vai abrir concurso. Mas não podemos ser irresponsáveis, abrir concursos que poderão ser desnecessários”, disse.

A princípio, a aprovação de novos concursos públicos federais acabou sendo moeda de troca do governo para aprovação da Reforma Administrativa na Câmara. A equipe econômica espera segurar os certames até a votação dos parlamentares.

A aposta é que o grande quantitativo de aposentadorias nos próximos anos faça com que o próprio funcionalismo aceita as mudanças, diante de um ‘estrangulamento natural’ dos serviços. Para que voltar a contar com novas vagas, os profissionais teriam que aceitar a proposta.

Agora, com a Reforma Administrativa, o governo quer propor alterações estruturais para os servidores públicos, no que tange à estabilidade, progressões, salários e carreiras.

De acordo com o Ministério da Economia, cerca de 22 mil aposentadorias estão previstas este ano no funcionalismo federal.

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Os outros 16 mil pedidos estão sendo esperados para 2021. Em 2022, estão esperados mais 20 mil. Sendo assim, a expectativa a totalizar a perda de quase 60 mil servidores em três anos.

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Concursos públicos federais após Reforma Administrativa, diz secretário

 de Emeda Constitucional (PEC) prevê novas regras para o funcionalismo, critérios para estabilidade e menores salários iniciais.

“Seria o ideal esperar, porque se começa a retomar os concursos públicos antes de fazer a Reforma Administrativa, o pessoal que vai ingressar pelas regras atuais”, revelou em entrevista ao jornal O Dia.

O Secretário reconheceu a necessidade de novos concursos públicos para reposição de servidores. No entanto, para ele, os salários de entrada no funcionalismo são elevadas e alguns profissionais chegam ao topo da carreira em pouco tempo.

“A pessoa chega muito rápido ao final da carreira, então perde um pouco de estímulo. A gente tem que melhorar esse mecanismo de estímulo do servidor público”, declarou. Para Mansueto, é necessário estabelecer incentivos para que o funcionário se mantenha motivado na carreira pública.

A ideia do governo é que os novos servidores tenham salário de entrada menor e com progressão de carreira gradual, no entanto, com maior incentivos. O secretário, por sua vez, defendeu o reajuste salarial para diversas carreiras.

“Claro que vai ter reajuste para várias carreiras daqui para frente. O que não dá é para ter reajustes contínuos e para todo mundo. Isso vai ter que ser muito mais organizado”, disse. Segundo ele, o governo concedeu aumento recentemente para as categorias do ‘topo’ do funcionalismo.

O secretário do Tesouro Nacional também reforçou a posição já defendida pelo presidente Jair Bolsonaro de que as medidas não serão válidas para os atuais servidores. As alterações propostas pela Reforma Administrativa só devem influenciar os futuros funcionários públicos.

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Qual é a origem do Carnaval?

A festa tem origem em costumes de vários países na Antiguidade
Por Cíntia Cristina da Silva

Ele é uma herança de várias comemorações realizadas na Antiguidade por povos como os egípcios, hebreus, gregos e romanos. Esses festejos pagãos serviam para celebrar grandes colheitas e principalmente louvar divindades.

É provável que as mais importantes festas ancestrais do Carnaval tenham sido as “saturnais”, realizadas na Roma antiga em exaltação a Saturno, deus da agricultura. Na época dessa celebração, as escolas fechavam, os escravos eram soltos e os romanos dançavam pelas ruas.Veja também

Havia até uma espécie de “bisavô” dos atuais carros alegóricos. Eles levavam homens e mulheres nus e eram chamados de carrum navalis, algo como “carro naval”, pois tinham formato semelhante a navios. Alguns pesquisadores enxergam aí a origem da palavra “carnaval”.

A maior parte dos especialistas, porém, acha que o termo vem de outra expressão latina: carnem levare, que significa “retirar ou ficar livre da carne”. Isso porque, já na Idade Média, essas velhas festividades pagãs foram incorporadas pela Igreja Católica, passando a marcar os últimos dias de “liberdade” antes das restrições impostas pela quaresma.

Nesse período de penitência para os cristãos (durante os 40 dias antes da Páscoa), o consumo de carne era proibido. A variação da data do Carnaval no calendário se deve justamente à ligação direta com a Páscoa – que, no Hemisfério Sul, sempre acontece no primeiro domingo após a primeira Lua Cheia do outono.

Determinada a data do feriado cristão, basta retroceder 46 dias no calendário (40 da Quaresma mais seis da Semana Santa) para se chegar à Quarta-Feira de Cinzas.

A comemoração do Carnaval adquiriu diferentes formas nos países católicos que mantiveram a celebração. No Brasil, foi grande a influência do “entrudo”, uma folia feita em Portugal, onde eram comuns as brincadeiras com água.

Folia globalizada

A festa brasileira mistura brincadeiras e costumes de outros países com criações nacionais

Brincadeira portuguesa, com certeza

Em seus primórdios, no século 17, o Carnaval daqui não tinha música nem dança, brincava-se o entrudo, herança da colonização portuguesa. É daí que veio o costume das “guerras de água”.

Mas a artilharia daqueles tempos muitas vezes era mais pesada, com direito não só a baldes e latas d’água, como também a lama, laranjas, ovos e limões-de-cheiro — pequenas bolinhas de cera fina recheadas com água e outras substâncias.

Loucura

Outra tradição do Carnaval é o hábito de homens se vestirem com trajes femininos. Há registros disso na folia de rua desde o início do século 20.

“A explicação está na própria psicologia da festa, um espaço de inversão, em que se busca ser exatamente o que não se é no resto do ano”, diz a filóloga Rachel Valença, diretora do Centro de Pesquisas da Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio.

Abram alas para um ritmo carioca

As marchinhas carnavalescas deram o tom da festa entre as décadas de 1930 e 1950. Mas o ritmo surgiu ainda no final do século 19. “Ó Abre Alas” é considerada a primeira canção escrita especialmente para um bloco de Carnaval.

A “música para dançar” foi composta pela maestrina Chiquinha Gonzaga, em 1899, para o bloco carnavalesco Rosa de Ouro, do Andaraí, no Rio de Janeiro.

Com o bloco na rua (do Rio)

Os blocos carnavalescos surgiram em meados do século 19. O primeiro de que se tem notícia é creditado ao sapateiro português José Nogueira de Azevedo Prates, o Zé Pereira. Em 1846, ele saiu pelas ruas do Rio de Janeiro tocando um bumbo. A balbúrdia atraiu a atenção de outros foliões, que foram se juntando ao músico solitário.Veja também

Fantasias à italiana

Os bailes de máscara eram tradicionais em alguns países da Europa, como a Itália, já no século 13. No entanto, tais festas eram restritas à nobreza. Foi a partir do século 19 que máscaras e fantasias começaram a se tornar mais populares. Nessa época, os personagens de maior sucesso eram o Pierrô, o Arlequim e a Colombina (da Commedia Dell’Arte Italiana), além de trajes de caveiras, burros e diabos.

Eletricidade baiana

O trio-elétrico é a “criação” mais nova do Carnaval brasileiro. Ele surgiu em 1950, quando os músicos baianos Dodô e Osmar, conhecidos como “dupla elétrica”, equiparam um capenga Ford 29 com dois alto-falantes e saíram tocando pelas ruas de Salvador. Foi um sucesso. No ano seguinte, o Ford foi trocado por uma picape e a dupla convidou Themístocles Aragão para compor, agora sim, um “trio elétrico”.

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Este pode ter sido o animal que passou o novo coronavírus para humanos

O pangolim, animal mais traficado do mundo, provavelmente foi o hospedeiro intermediário do vírus, segundo novo estudo.

Por Bruno Carbinatto

Uma equipe de pesquisadores chineses anunciou que o pangolim, um tipo de mamífero da África e da Ásia ameaçado de extinção, pode ter sido o animal que passou o novo coronavírus para humanos. O surto da doença provavelmente se iniciou em um mercado de animais silvestres em Wuhan, na China, e desde então já infectou mais de 31 mil pessoas em todo o mundo, totalizando 638 mortes até a tarde desta sexta-feira (07/02).

O resultado vem de uma análise genética feita por cientistas da Universidade Agrícola do Sul da China em amostras de mais de mil animais selvagens. Segundo a equipe, o material genético do 2019-nCoV – o vírus que vem infectando humanos e causando sintomas respiratórios – é 99% igual ao material genético de um vírus encontrado em pangolins, o que faz desse animal o melhor candidato, até agora, a ter trazido a doença para nós.

Mas cientistas de todo o mundo vêm encarando a nova possibilidade com cautela, principalmente porque o estudo completo ainda não foi publicado – por enquanto, os chineses só divulgaram resultados gerais em uma conferência de imprensa. A equipe disse que pretende publicar os detalhes o quanto antes para ajudar no combate à doença.

Estudos anteriores haviam indicado que o novo coronavírus surgiu primeiro em morcegos – que são conhecidos por hospedarem diversos vírus sem apresentar sintomas. Mas a possibilidade de haver um hospedeiro intermediário, ou seja, um animal que pegou o vírus dos morcegos e o transmitiu para nós, é alta. Desde o início do surto, cientistas vêm buscando qual seria o responsável por essa ligação, mas a tarefa é difícil, principalmente porque, no mercado em que se acredita que a doença tenha começado, diversos animais silvestres eram vendidos, tornando a lista de candidatos grande.