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O amor que a dor me ensinou

Por
 Wandy Luz


Pelo amor, eu aprendi a perdoar. E perdoando, eu me libertei de correntes pesadas que me machucavam e me impediam de caminhar na direção dos meus sonhos.

Estive pensando sobre minhas experiências, em todas as lembranças, em todos os traumas, e percebi como hoje sei tanto sobre o amor e sobre a dor, que diria até que os conheço como se fossem pessoas, personagens que gritam no meu ouvido, enquanto percorro a maratona da vida.

Diz o ditado, que aprendemos pelo amor ou pela dor, e seria ótimo se pudéssemos realmente escolher e aprender somente por e pelo amor.

Mas, infelizmente, às vezes, a dor se impõe e nos sentimos incapazes de suportar. Comigo foi assim.

E não se trata de ser a coitadinha ou a vítima da história, mas a vida e suas circunstâncias (e até mesmo o mundo) se apresentam a nós, de forma misteriosa, e alguns acontecimentos não podem ser questionados ou lamentados. Comigo, foi assim.

Quando pensei em questionar a vida, ela me apresentou o amor. Foi então que aprendi, que toda vez que a dor chegava e me abraçava, o amor segurava minhas mãos, olhava-me nos olhos e dizia que ia ficar tudo bem.

O amor me apresentou a fé. E foi a fé que me salvou. A fé me salvou de mim, dos meus medos e de toda dor.

Com o amor aprendi que tudo depende de como eu vejo o mundo, de como eu decido posicionar-me diante de tudo o que me acontece. O amor me mostrou que, se eu escolho ver a vida e as pessoas, com olhos solidários, tudo faz sentido.

Pelo amor, eu aprendi a perdoar. E perdoando, eu me libertei de correntes pesadas que me machucavam e me impediam de caminhar na direção dos meus sonhos.

Hoje sei que o amor é Deus e que Deus é o amor. E, com Ele, tudo é possível!

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“As pessoas boas merecem nosso amor, as más precisam dele.”

Wandy Luz

Madre Teresa já dizia que “as pessoas boas merecem nosso amor e as más, precisam dele”. Mas amar as pessoas amáveis é fácil. Retribuir a bondade é fácil.


Madre Teresa já dizia que “as pessoas boas merecem nosso amor e as más, precisam dele”.

Mas amar as pessoas amáveis é fácil. Retribuir a bondade é fácil.

Gentileza gera gentileza, não é isso que dizem?

É uma teoria linda, mas nem todos pagam para ver. Porque vivemos em um mundo de custo-benefício. Vivemos em um mundo onde é preciso sempre ganhar algo em troca.

Porque difícil mesmo é dar nosso melhor para quem achamos não merecer.

Mas nosso achismo é baseado em quê? Em nosso título de donos da verdade?

Quem somos nós, para decidir quem é bom, quem é ruim, quem merece ou não nosso melhor?

Todos pecamos, erramos e fazemos, em algum momento, coisas ruins, sejam elas em pequena ou grande escala.

Neste plano, somos todos iguais e a única coisa que pode nos diferenciar uns dos outros é nosso nível de evolução pessoal e espiritual.

E para evoluir é necessário, antes de qualquer coisa, nos encontrarmos, é necessário nos conhecermos, para, então, trabalharmos em nossos pontos fracos. E um grande passo nessa jornada pela evolução é a compaixão.

Na vida, a única moeda de troca deve ser o amor. Amor sem favor, amor sem esperar nada em troca. Amor ao próximo, amor-próprio. E a cada dia mais amor, simplesmente por amor!

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Espero que você encontre o que tanto procura por aí. Espero que você encontre a felicidade

Wandy Luz

Espero que você encontre a felicidade. Existe uma chama dentro de você – eu espero que você nunca permita que nada e ninguém a apague.

Espero que você realmente tenha tempo para descobrir o que o move, o que encoraja sua alma, o que você deseja profundamente da vida, e espero que você tenha a coragem de ir de encontro a isso.

Espero que você tenha a coragem de acreditar que merece tudo o que deseja, que você é capaz e digno de realizar todos os sonhos do seu coração.

Existe uma chama dentro de você – eu espero que você nunca permita que nada e ninguém a apague.

Espero que você encontre o tipo de amor que faça de você uma pessoa mais suave. O tipo de amor que faz você querer ser um homem ou uma mulher melhor.

Espero que você encontre algo real, porque nada é mais bonito do que amar alguém que faz questão de nos amar também.

Espero que você viva momentos que lhe tirem o fôlego. Espero que você viaje para lugares que o renovem e o inspirem.

Espero que você vá a shows que o façam cantar à noite toda, que o façam dançar sem se importar com quem está olhando.

Espero que você se conecte com as pequenas coisas – espero que você olhe para alguém no meio da conversa e sinta sua pele se arrepiar com os sentimentos que tem por ele. Espero que você se envolva com amigos que incentivem sua espontaneidade, que estejam sempre prontos para ouvir e ajudar. Eu espero que você viva!

Verdadeiramente, eu espero que você não se segure. Há muito o que sentir neste mundo. Eu espero que você sinta tudo. Mas, acima de tudo, espero que você se encontre.

Eu espero que você conheça seu coração, sua mente, a sua essência. Espero que você aprenda a ser gentil consigo mesmo, a abraçar a jornada em que está. Espero que você aprenda a se orgulhar da pessoa que está se tornando, espero que aprenda a se orgulhar de onde está – mesmo que não seja exatamente onde você gostaria de estar.

Espero que você aprenda a se apaixonar pelo processo, mesmo com a bagunça que, às vezes, a vida faz. Espero que você tenha paciência, mesmo diante da confusão de sentimentos, de vontades, de verdades e saudades.

Eu espero que você encontre o que tanto tem procurado por aí. Espero que sua vida o inspire. Espero que a sua vida possa inspirar alguém.

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Qual é a origem do Carnaval?

A festa tem origem em costumes de vários países na Antiguidade
Por Cíntia Cristina da Silva

Ele é uma herança de várias comemorações realizadas na Antiguidade por povos como os egípcios, hebreus, gregos e romanos. Esses festejos pagãos serviam para celebrar grandes colheitas e principalmente louvar divindades.

É provável que as mais importantes festas ancestrais do Carnaval tenham sido as “saturnais”, realizadas na Roma antiga em exaltação a Saturno, deus da agricultura. Na época dessa celebração, as escolas fechavam, os escravos eram soltos e os romanos dançavam pelas ruas.Veja também

Havia até uma espécie de “bisavô” dos atuais carros alegóricos. Eles levavam homens e mulheres nus e eram chamados de carrum navalis, algo como “carro naval”, pois tinham formato semelhante a navios. Alguns pesquisadores enxergam aí a origem da palavra “carnaval”.

A maior parte dos especialistas, porém, acha que o termo vem de outra expressão latina: carnem levare, que significa “retirar ou ficar livre da carne”. Isso porque, já na Idade Média, essas velhas festividades pagãs foram incorporadas pela Igreja Católica, passando a marcar os últimos dias de “liberdade” antes das restrições impostas pela quaresma.

Nesse período de penitência para os cristãos (durante os 40 dias antes da Páscoa), o consumo de carne era proibido. A variação da data do Carnaval no calendário se deve justamente à ligação direta com a Páscoa – que, no Hemisfério Sul, sempre acontece no primeiro domingo após a primeira Lua Cheia do outono.

Determinada a data do feriado cristão, basta retroceder 46 dias no calendário (40 da Quaresma mais seis da Semana Santa) para se chegar à Quarta-Feira de Cinzas.

A comemoração do Carnaval adquiriu diferentes formas nos países católicos que mantiveram a celebração. No Brasil, foi grande a influência do “entrudo”, uma folia feita em Portugal, onde eram comuns as brincadeiras com água.

Folia globalizada

A festa brasileira mistura brincadeiras e costumes de outros países com criações nacionais

Brincadeira portuguesa, com certeza

Em seus primórdios, no século 17, o Carnaval daqui não tinha música nem dança, brincava-se o entrudo, herança da colonização portuguesa. É daí que veio o costume das “guerras de água”.

Mas a artilharia daqueles tempos muitas vezes era mais pesada, com direito não só a baldes e latas d’água, como também a lama, laranjas, ovos e limões-de-cheiro — pequenas bolinhas de cera fina recheadas com água e outras substâncias.

Loucura

Outra tradição do Carnaval é o hábito de homens se vestirem com trajes femininos. Há registros disso na folia de rua desde o início do século 20.

“A explicação está na própria psicologia da festa, um espaço de inversão, em que se busca ser exatamente o que não se é no resto do ano”, diz a filóloga Rachel Valença, diretora do Centro de Pesquisas da Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio.

Abram alas para um ritmo carioca

As marchinhas carnavalescas deram o tom da festa entre as décadas de 1930 e 1950. Mas o ritmo surgiu ainda no final do século 19. “Ó Abre Alas” é considerada a primeira canção escrita especialmente para um bloco de Carnaval.

A “música para dançar” foi composta pela maestrina Chiquinha Gonzaga, em 1899, para o bloco carnavalesco Rosa de Ouro, do Andaraí, no Rio de Janeiro.

Com o bloco na rua (do Rio)

Os blocos carnavalescos surgiram em meados do século 19. O primeiro de que se tem notícia é creditado ao sapateiro português José Nogueira de Azevedo Prates, o Zé Pereira. Em 1846, ele saiu pelas ruas do Rio de Janeiro tocando um bumbo. A balbúrdia atraiu a atenção de outros foliões, que foram se juntando ao músico solitário.Veja também

Fantasias à italiana

Os bailes de máscara eram tradicionais em alguns países da Europa, como a Itália, já no século 13. No entanto, tais festas eram restritas à nobreza. Foi a partir do século 19 que máscaras e fantasias começaram a se tornar mais populares. Nessa época, os personagens de maior sucesso eram o Pierrô, o Arlequim e a Colombina (da Commedia Dell’Arte Italiana), além de trajes de caveiras, burros e diabos.

Eletricidade baiana

O trio-elétrico é a “criação” mais nova do Carnaval brasileiro. Ele surgiu em 1950, quando os músicos baianos Dodô e Osmar, conhecidos como “dupla elétrica”, equiparam um capenga Ford 29 com dois alto-falantes e saíram tocando pelas ruas de Salvador. Foi um sucesso. No ano seguinte, o Ford foi trocado por uma picape e a dupla convidou Themístocles Aragão para compor, agora sim, um “trio elétrico”.

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