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ciclo 1

Marcella Rosa

Acho curioso quando as pessoas vem me falar dos textos que eu escrevo para você, sobre como elas se reconhecem infinitamente. Duas coisas óbvias me vêm à mente: como a gente segue os mesmos ritos culturais sobre o amor e sobre o amar e que, ainda assim, sobrevive algo muito anterior a isso.

Você viu, comprovadamente no meu exame de habilidades, que linguagem é a minha maior habilidade: eu me comunico bem, eu sei dizer o que eu quero ou sinto, frequentemente. E mesmo você estando deitado ao meu lado nesse minuto – dormindo todo torto – eu sofro de uma incomunicabilidade imensa sobre o que eu sinto. Eu entendo com clareza porque a filosofia sempre recorreu à literatura para falar de amor: sem metáfora, sem comparação, fica incomunicável. Não cabe em nenhuma construção sintática.

Então, por causa da data e porque é carnaval (ainda é?), eu resolvi listar as…

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